Pastor volta a ser flagrado de calcinha em Goiás
O novo flagrante
Dias após o primeiro vídeo viralizar, o bispo evangélico e servidor público Eduardo Costa voltou a ser visto nas ruas de Goiânia usando calcinha, peruca loira e camiseta vermelha. O episódio ocorreu no centro da cidade e reacendeu a repercussão em torno do caso, que já havia tomado conta das redes sociais.
A justificativa
Em vídeo gravado ao lado da esposa, a missionária Valquíria Costa, o religioso afirmou que usou o disfarce como parte de uma “investigação pessoal” para encontrar um endereço. Ele admitiu que a escolha da roupa foi equivocada e ainda denunciou ter sido alvo de tentativa de extorsão, após se recusar a pagar para que o vídeo não fosse divulgado.
Quem é Eduardo Costa
Servidor do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) há 44 anos, com salário bruto superior a R$ 39 mil.
Bispo, cantor gospel e cerimonialista.
Em 2023, processou o cantor Eduardo Costa e recebeu indenização de R$ 50 mil.
Já foi acusado de aplicar golpe contra formandos, mas foi absolvido em 2014.
A polêmica
O caso ganhou ainda mais repercussão porque o pastor já havia feito críticas públicas contra a comunidade LGBTQIA+. O contraste entre seu discurso e os flagrantes nas ruas de Goiânia levantou questionamentos sobre hipocrisia, moralidade e autenticidade.
Repercussão
O novo flagrante se espalhou rapidamente pelas redes sociais e ganhou espaço em veículos de grande alcance. O nome do bispo entrou entre os mais comentados do país, abrindo debate sobre a vida pública de líderes religiosos, a relação entre discurso e prática e os impactos da internet na exposição pessoal.
