O ataque à Jovem Pan e a farsa do “combate à desinformação”

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Por Raphinha Correia

A agenda de censura da esquerda radical tem um  alvo, e  é à Jovem Pan. Em um ato que desmascara a farsa do “combate à desinformação”, o Ministério Público Federal (MPF) do Pará,  quer condenar a emissora a pagar R$ 13,4 milhões. A acusação é ridícula: a Jovem Pan teria propagado a “desinformação”.

A Jovem Pan, em sua defesa, foi precisa e corajosa ao se colocar como o “bode expiatório” de um processo que é, na realidade, um ataque frontal à liberdade de expressão. A emissora se tornou o inimigo público número um do establishment porque ousou dar voz a jornalistas e comentaristas que a imprensa tradicional, submissa ao poder, calou.

O que o MPF chama de “desinformação” é, na realidade, a opinião e a visão de mundo que eles não querem que a sociedade ouça. O objetivo é claro: criar um precedente jurídico que permita calar qualquer veículo de comunicação que fuja da narrativa oficial.

Esse é o modus operandi da esquerda: usar o aparato estatal para perseguir, intimidar e silenciar. A Jovem Pan não é apenas uma empresa; ela é o último bastião de resistência, a prova de que a imprensa livre ainda respira no Brasil.

O que está em jogo não é um processo judicial, mas o futuro de nossa democracia. Se o MPF conseguir condenar a Jovem Pan, ele estará validando o uso da Justiça como arma de guerra política. Estará dizendo que a liberdade de expressão não é um direito inegociável, mas uma concessão do poder.

A Revista Renova Brasil se junta à Jovem Pan em sua defesa, porque a luta dela é a nossa luta. O ataque a uma imprensa livre é um ataque a todos nós. E se calarem a Jovem Pan, quem será o próximo?

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