Estatal CORREIOS Pede Socorro ao Contribuinte Após Rejeitar Privatização e Retomar Gestão Ineficiente

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BRASÍLIA – A ineficiência crônica das empresas estatais volta a assombrar o bolso do cidadão. Os Correios, uma das empresas que a gestão anterior tentou, com sucesso, reerguer e preparar para a privatização, agora se encontram à beira da falência e clamam por um resgate bilionário que sairá, diretamente, do dinheiro do pagador de impostos. A notícia, divulgada pela Gazeta do Povo, escancara o resultado previsível da decisão ideológica de barrar a venda da empresa e retornar ao modelo de má gestão.

Durante a administração passada, os Correios registraram um superávit notável, provando que, com uma gestão séria e foco no mercado, a empresa poderia ser viável. No entanto, a ideologia falou mais alto do que a eficiência, e o projeto de privatização foi abandonado. O resultado é o retorno imediato ao vermelho, com a empresa operando com déficit e acumulando dívidas, transformando-se novamente em um “cabide de emprego” e uma máquina de prejuízos.

A atual gestão, que se opôs veementemente à privatização, agora se volta para o tesouro público, pedindo que o dinheiro suado do contribuinte seja usado para cobrir o rombo causado pela própria ineficiência e falta de competitividade. A necessidade de socorrer os Correios é a prova cabal de que o modelo de Estado empresário é uma falácia que só serve para onerar a sociedade e criar crises financeiras.

A Revista Renova Brasil reitera que a única saída viável e sustentável para os Correios não é o dinheiro do imposto do cidadão, mas sim o investimento privado, a competitividade e a eficiência que só o livre mercado pode oferecer. O que estamos vendo é a repetição de um erro histórico que custa caro a todos nós.


 

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