ATIVISMO JUDICIAL EM VELOCIDADE MÁXIMA: MORAES ACELERA PROCESSO QUE PODE SILENCIAR EDUARDO BOLSONARO
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, adota procedimento incomum para dar celeridade a uma ação penal contra o deputado do PL. O objetivo, claro aos olhos dos eleitores de direita, é tirá-lo do jogo eleitoral de 2026 e enfraquecer a oposição no Congresso.
Brasília, DF — Em um movimento que levanta sérias preocupações sobre a neutralidade e a celeridade seletiva da Justiça, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a aceleração de procedimentos que podem resultar na condenação e, consequentemente, na inelegibilidade do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por oito anos.
O caso em questão é um inquérito aberto após o deputado iniciar conversas com autoridades americanas, buscando a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes e outros ministros por supostos abusos de poder e perseguição política contra a direita brasileira.
Celeridade Suspeita e Padrões Duplos
A notícia que indigna o eleitor conservador é a velocidade atípica com que o processo avança. Enquanto investigações contra aliados do sistema costumam se arrastar por anos no STF, o caso de Eduardo Bolsonaro, que se tornou um franco opositor do ativismo judicial, está sendo conduzido em ritmo acelerado.
O ápice dessa celeridade questionável foi a decisão de Moraes de ordenar a citação do deputado por edital. Isso ocorreu após um oficial de Justiça não o encontrar no endereço indicado em Brasília. Em vez de utilizar a carta rogatória – o procedimento legal e mais lento, mas correto, para notificar alguém que se sabe estar nos EUA (como foi feito no caso do co-denunciado, o jornalista Paulo Figueiredo) – Moraes considerou que Eduardo estaria “criando dificuldades” e optou pelo método mais rápido.
Para o eleitorado de direita, esse ato é uma clara manobra para suprimir a defesa e acelerar a abertura da ação penal, pavimentando o caminho para a condenação e a inelegibilidade que o tiraria da disputa de 2026.
Cerco Político e Cassação na Câmara
O cerco judicial e político não se limita ao STF. O artigo revela que a cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro também está sendo articulada na Câmara dos Deputados pela esquerda, sob a mira da Lei da Ficha Limpa. A pressão sobre o presidente da Câmara para que a contagem de faltas fosse retomada e o envio do documento da PGR por Moraes, “para fins de avaliação disciplinar”, demonstram um esforço coordenado entre esferas de poder para silenciar a voz da oposição.
Trata-se de mais um episódio em que o Judiciário extrapola suas funções, atuando como um braço de censura e perseguição contra figuras que incomodam o establishment político.
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