ALERTA MÁXIMO: EX-ASSESSOR EXPÕE O QUE CHAMA DE ‘PLANO DE PODER’ DO STF E FALA EM PERSEGUIÇÃO POLÍTICA
O ex-assessor do Supremo Tribunal Federal, Eduardo Tagliaferro, rompe o silêncio e faz denúncias gravíssimas, afirmando que o Judiciário está engajado em um projeto de centralização de decisões e dominação de narrativas. A crítica mira diretamente o ativismo judicial e a ameaça à separação dos Poderes.
Brasília, DF — As denúncias de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, caíram como uma bomba no cenário político nacional, confirmando o temor de milhões de brasileiros: a Justiça estaria sendo aparelhada para servir a um “plano de poder” de longo prazo. Em entrevista contundente, Tagliaferro não poupou o Supremo Tribunal Federal (STF) nem o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pintando um quadro sombrio de perseguição política e controle de narrativas.
Segundo o ex-assessor, o STF, que deveria ser o guardião da Constituição, se transformou em um mecanismo de centralização de decisões políticas, um projeto que, segundo ele, foi articulado ao longo dos anos e agora se encontra consolidado com apoio interno.
Judiciário Transformado em Agente Político
O ponto central da denúncia é a inversão de valores dentro da mais alta Corte. Tagliaferro relatou um ambiente de vigilância interna e um julgamento de cidadãos investigados com base em motivações ideológicas, e não em critérios estritamente jurídicos.
O ex-assessor chegou a classificar a atuação do ex-chefe, o ministro Alexandre de Moraes, como “cruel” e “pessoal”, alegando que figuras ligadas à Direita eram alvos prioritários em uma campanha que se assemelha mais à vingança do que à aplicação imparcial da lei.
A desconfiança se estende à sucessão no comando da Corte. Tagliaferro é cético de que a nova Presidência traga qualquer mudança, afirmando que a ascensão dos ministros atuais apenas “reforça o que já está acontecendo”. A frase de impacto do ex-assessor resume o medo de quem defende a Constituição:
“Eles vão continuar com o plano de poder, com o plano de governo deles.”
Para a Revista Renova Brasil, essa declaração é um alerta severo: a pauta conservadora e a alternância de poder estariam sendo minadas por uma “engenharia de dominação de narrativa, jurídica e tecnológica”, comprometendo a lisura das futuras eleições e a própria essência da democracia liberal. É fundamental que o Congresso e a sociedade civil exijam o restabelecimento urgente da separação de Poderes e o fim do ativismo judicial que ameaça a liberdade no Brasil.
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